segunda-feira, 26 de dezembro de 2011

Não há adeus (…)

Oh, quantas vezes chorei
Quantas vezes chorou o meu coração
Para que voltasse para mim.
Oh, quantas vezes ao mundo supliquei
Quantas vezes ao mundo gritei
Para que voltasse para aqui.
Calor do seu colo
Calor esse, proveniente do amor de seu coração
Tanto amor que por mim existia
Tanto amor quem em mim prevalecia
E agora, que hei-de sentir eu
Se não solidão, meu Deus.
Avô é um pai, um amigo
Complexidade de um ser, inigualável, único.
A sua hora havia chegado
Oh, triste vida o levou
Num relance, num instante
Pois nem despedida prestou
Partiu.
Partindo levou consigo
Meia alma de mim, meio sorriso, meia felicidade
Levou consigo o que ninguém trará de volta, jamais.
Oh mundo que o levou
Triste mundo este
Cruel, que os puros leva
E permite a permanência do mal
Lei da vida, que por vezes, não entendo
Não entendo, juro não conseguir entender
Por tamanha dor, que permanece no meu ser.
Seis anos não levaram, meu avô
O que amor que lhe tenho
Permanece comigo sua alma, pois físico levaram
Mas nada nesta vida irá apagar
O amor de um segundo Pai.

Cristiana Rente.

sábado, 19 de novembro de 2011

Que temeis? (...)

Não hei-de ser, aquilo que vós quereis…
Jamais serei, aquilo que vós me dizeis…
Onde será que sua palavra se preza mais que a minha?
Afirmais vós que sim, afirmais mas sabeis que mais?
Nada por vós, dito a mim, me incube a levar a minha ideia para mentira.

Mencione vossa excelência palavras dóceis e carismáticas
Que por ser da realeza, não importa frase bárbara que dite
Pois dito por tal, quem será o fiel capaz de lhe advertir as palavras?!
Sereis vós o primeiro capaz ou serei eu?

Respeito ou receio?
Qual vos mantém aqui, sem que possam mencionar-se?
Diria que prezais demasiado as vossas vidas
Temeis perder o direito a tudo, se pensardes.

Dizei-me vós, se quererdes viver para sempre desta forma?
Dizei-me vós, qual o gosto de ser marioneta?
Tentarei decifrar, leve o tempo que levar
Mas será…
Será que a algum lado irei chegar?
Mesmo assim, irei tentar.

Cristiana Rente.

domingo, 2 de outubro de 2011

E encontrar vida própria?

Repugna-me a capacidade de outros, o quanto são mesquinhos, cuidam de vidas posteriores à que lhes compete cuidar, ou seja, a sua, bom...não podem fazê-lo, talvez não tenham uma vida suficientemente boa, o que gera inveja, inveja essa que os leva a viver aquilo que não lhes pertence, a raiva de não serem aquele outro alguém fá-los criar extras, provavelmente dariam bons escritores ou até bons realizadores de novelas.
Hoje em dia, fazem de nós e da nossa vida um mar de histórias, talvez naquelas cabeças ocas, de gente mente-capta, exista um pouco de imaginação, milagre, digo eu, como consegue uma quantidade de massa cinzenta tão vasta e danificada ainda ter um pouco de sabedoria?!
Seremos nós marionetas de quem nos rodeia?! O suposto era a mentalidade aumentar com a evolução dos tempos, mas não, não é assim que tal acontece, pelo menos não aqui, não comigo, não com aqueles que me são próximos. Encontra-mo-nos num meio pequeno, não ajuda, mas deveria ser diferente num local onde é rara a pessoa que não se conhece!
Somos seres importantes, pois por mais que digam que nos desprezam, o que mais querem é relacionar-se connosco, quantos mais defeitos nos apontam mais qualidades em nós reconhecem, dizem que não temos importância quando só falam de nós, que raio de mentalidade é esta?! Sinceramente, por mais tempo que passe, eu não consigo entender.
Ouvi dizer um dia que estes terão direito de falar das nossas vidas quando pagarem as nossas contas, trabalharem o que nós trabalhamos, colocarem comida na mesa de nossas casas, viverem o que vivemos, sofrerem o que sofremos para chegar onde estamos, mas, como isso jamais irá acontecer, deviam estes reduzir-se à sua insignificância (apesar da importância que por vezes ainda lhes damos tal como eu estou a fazer), e viverem então as suas miseráveis vidas com os seus cérebros minúsculos.
Um bem haja meus caros!

Cristiana Rente.

terça-feira, 30 de agosto de 2011

As voltas que dá...

A vida dá voltas, nas voltas que o homem criou
Os olhos não conseguem mais ver
O coração deixou de sentir.
Trocaram no mundo as voltas ao ser humano
De algo por ele criado, algo por ele amado.
O ser humano gerou ao longo dos tempos
A mudança da vida, dos pensamentos, dos sentimentos
Tudo se baseia em mudanças
Recriações de coisas antes já criadas por entidades próprias e desconhecidas.
Reina a monotonia naqueles, que se vêm afectados com a mudança
Quando à típica pergunta, resposta não é encontrada
"Porquê?"
Julgado aquele que ama e não entende
Onde foi tudo o que um dia havia sido seu
Tudo em pouco, muda.
A mudança alterou, o que o ser julgou
Julgou como seu até ao fim da era a si destinada
Mergulhou no profundo incerto
A queda, dá força a erguer.
O que somos e aquilo em que nos tornamos
Precisa de nós, pois só nós
Só nós podemos mudar aquilo que um dia mudou o rumo que queríamos tomar.

Cristiana Rente.

quarta-feira, 3 de agosto de 2011

Momento de revolta...

Eu proclamo sentimentos indesejados por dementes, incompreendidos que não arredam pé da ignorância, suplico paz a tais pessoas, que alterem as suas vidas, que vejam para além de olhar.
Meus caros, quereis vós saber poque me encontro ditando tais factos? Abrir-de os olhos para o que se avizinha, parai, pensai, escutai, ouvir-des algo? Sou eu, este ser perplexo por tamanha burrisse, quantas vezes olhar-des vós por aí além e nao vos preocupas-te somente com o seu próprio umbigo? Não sejais mentirosos, ir-de cometer pecado sem alguma necessidade.
Agora que me proclamei, aliviei, voltei...se pensarem bem, faz sentido. Não faz mal a ninguém ser humilde, infelizmente isto é só texto e ninguém quer saber, vivem no seu mundo, pois esse é aquele em que apenas existe a pessoa e tudo o que gira em seu redor, todo a merda em que se enche, é o mundo problemático em que estamos, cada um por si, e só os humildes por todos, mas por todos esses humildade não lhes é retribuida, grande parte, usa, espreme espreme espreme até não dar mais e depois? Depois deita fora, como se fosse um objecto, sem vida.
Utilizando todo o tipo de linguagem eu exprimo a revolta que me consome, olho a minha volta e só encontro MERDA, só vejo pessoas de MERDA, onde foi todo o bom senso desta gente hoje em dia? Não entendo, expliquem-me, num sufoco tremendo, é como isto me deixa!
REVOLTEI-ME.

terça-feira, 2 de agosto de 2011

sexta-feira, 29 de julho de 2011

A carta do até sempre ...

Espero que vás e que me leves contigo, não por inteiro mas por si só no coração,
parte mas não vás, fica comigo, dentro de mim, não me deixes ficar só, sem te
sentir aqui, a fraqueza faz parte, e talvez eu não tenha sido a tua melhor escolha
mas se há algo neste momento que eu quero é que sejas feliz, sê feliz que só isso
por si já a mim me felicita, o teu toque arrepia-me só ao pensar, tal como um dia
já me arrepiou ao existir, o teu sussurrar colocou-me estática ao relembrar, como
já havia sucedido ao acontecer, não vou esquecer por pouco tempo que tenha sido,
valeu por anos da minha vida, tu vais mas não vais sem mim, vais mas levas contigo
o doce aroma do amor que eu sinto por ti, não o reconheces, pois talvez eu nao mereça
que o reconheças, não espero o teu regresso pois dizes partir sem retrocesso, longe,
longe de mim será o destino que te leva, pelas estradas que metro por metro te afastam,
vou te perdendo tal como se perdem os grãos de areia quando se enche uma mão, rápido demais
para se perceber, e por mais que leves contigo, guarda um espaço para a recordação, de um
coração que cabe dentro de mim mas amando-te não cabe no mundo, encontra-te, eu irei
estar deste lado a tua espera, não para sempre, mas enquanto o coração quiser e a alma
predurar tamanho sentimento, palavras não são só palavras quando são ditas no sentido
puro que querem ser transmitidas, talvez do outro lado não sejam compreendidas como tal,
mas aí já não compete a um só ser, desejo-te tudo de bom e as maiores felicidades por
um futuro promissor que podes ter a tua frente.
Foi bom saber que um dia fui a estrela mais brilhante da tua vida, marcou-me o que disseste
e a forma como o disseste, em noite de lua cheia, olha para ela, toca no coração, estarei
cá deste lado a chamar por ti, pedindo-te que voltes para te dar o que não dei, mas que em
ti por certo encontrei, amor verdadeiro.
Não existe adeus, mas sim um até já.

quinta-feira, 2 de junho de 2011

De sedente que está, descobre…


                Homem sedente que está, de beber o puro veneno da vida, correndo pelas veias de quem aos nossos olhos parece tão puro, na sublime pureza falsa que nos enche o coração e nos faz cegar, tornando-nos incapazes de interiorizar todo o cinismo completante de tal.  Tardio o momento da revelação, mas sempre frustrante, dá-se a morte do coração por puro sentimento destroçado na verdade de uma verdade falsa descoberta. No rosto dócil de quem a verdade nunca negou, correm lágrimas de dor, ingenuidade e desilusão, perante alguém que tanto era e não o será jamais, chora um coração imperfeito, que do seu imperfeito dá aos outros o sentimento mais perfeito nem sempre encontrado.
            Sempre caminhando pelas vastas estradas da vida, é com imensa falsidade que o ser humano se cruza, o que o leva a aprender a lidar com algo que por vezes incomoda, tamanho cinismo, tantas vezes referido, tantas vezes falado e inúmeras vezes praticado, tornando quem não o é abusadamente, (pois todos nós somos cínicos pelo menos uma vez na vida), num cínico saudável, mostrando importar-se com tudo o que escuta, o que não é verdade, guarda-o e segue.
            No mínimo dos mínimos deveriam estas pessoas ter em consideração pelo menos alguns quantos sentimentos, e não dar de si o cinismo que pelo outro não lhe é entregue! Amar quem nos ama, manter longe quem nos inveja dizendo desprezar e esquecer quem, alguma vez, nos tentou derrubar, pisando-nos, sem consciência das consequências.

domingo, 1 de maio de 2011

Diferença Comum...


Ser imenso meio escondido, meio desperto, meio receoso, meio tudo e nada por inteiro. Todo o ser pode, pois ver não implica observar, observar não implica contemplar, ouvir não implica compreender mas amar, amar implica sentir, sentir num todo um tanto ou quanto de sentimento puro, fiel e sincero. Considerável aquele que ama por sentir e não aquele que ama por ver!
Amante da vida, desliga de si todos os preconceitos, toda a inútil repugnância e todo o negro que completa uma parte de si. Olhando ao nosso redor, digamos que a diferença é o mais comum dos tempos, se assim é, porque há ainda quem ouse fazer troça de quem gosta de ser diferente, sendo tão comum assim? Vozes ignorantes, mentalidade de baú.
Diferença não é doença, diferença não contagia por aproximação, podem todos ter uma opinião, uma forma de ser, uma forma de agir, lá está, todos diferentes mas no fundo, todo iguais, mesmo assim não deveriam encostar-se a um canto quando têm do seu lado alguém diferente pois no fundo o mais diferente é quem se afastou por tão idiotas ideias que carrega consigo.
Imagina-te a amares uma pessoa tão diferente de ti como tu dela, deixá-la-ias para trás por isso? Porque razão o farias tu, se no fundo a diferença é comum entre ambos. Deixarias de a amar como sempre amaste por tal? Serias inútil à presença de vida, ser designado pelo pior, desprezível e incomum.
Nunca te esqueças que por vezes a pessoa de quem mais precisas sempre esteve lá, e por mais diferenças que ela tenha, não a deves abandonar, pois um dia pode ser tarde demais para retrocederes no erro em que caíste, e mão que antes se estendia a ti incondicionalmente pode recolher para sempre e, ao te sentires só, vais sentir-te diferente, e aperceber-te que afinal não só era diferente a pessoa que deixas-te como tu também o és.
Aceita e vive, não desprezes e sobrevive, sê feliz.  ;)

Cristiana Rente.

domingo, 17 de abril de 2011

Onde me encontro...

Eu contemplo
Eu vejo
Pois eu sinto
Sinto em mim todas as verdades
Não compreendidas por muitos
Amadas por tão poucos
Ignoradas por imensos
Revelo de mim o pouco que conhecem
No pouco que lhes dou
No pouco que merecem
Crescendo então, vou vivendo
Seguindo por caminhos que nem sempre sei onde vão dar
Será que são bons?
Aí está a questão
Que ninguém compreende
Ninguém sabe…ninguém alcança
Por mais tempo que passe
O ser humano é incapaz
Incapaz de descobrir o que lhe espera
Futuro, que está somente destinado por nós
Não por outrem
Só nós o criamos
Só nós o educamos
Somente nós o formamos
Não podemos esperar que alguém o tente por nós
Alguém o faça por nós
Pois ninguém o irá fazer
Num englobamento de palavras, frases e descobertas
Estou eu
Rodeada delas
O que sinto, vem para aqui
O que não sinto, vem também
Um dia, liguei-me á escrita
Por cada lágrima que pelo meu rosto corria
Por cada tristeza mais profunda
A caneta e o papel estavam mesmo ao meu alcance
Foram eles que secaram todas as lágrimas…taparam a ferida
Somente assim, a escrever, me sentia pessoa
Transbordo nos meus textos
Tudo aquilo que não é mais que a minha vida
Tudo aquilo que faço
Tudo aquilo que vivo
Tudo aquilo que penso
Tudo aquilo que sinto
Se um dia me perguntarem o porquê
Não terei resposta
Somente…
Somente a escrita o irá revelar
Cada palavra, cada frase, cada contexto
Eles, somente eles, são a designação do meu porquê
Porquê de uma dor tão grande em mim
Porquê de uma luta tão intensa
Porquê tamanho sentimento de solidão
Ao qual não se encontra comparação
Comparação a esta dor que sinto
Por não vos ter junto de mim
Um dia irão ver
Que nada mais que a escrita
Revela, o que um dia, irei ser
O orgulho, provém da crença
Da força
Da lealdade do ser humano perante a vida
Um dia chegarei lá
E eles, não poderão dizer que não.

Cristiana Rente.

segunda-feira, 28 de fevereiro de 2011

Crer é poder...

Escrevi, um dia, por linhas sem fim que seria sempre fácil, estava correcta? Estava completamente enganada!
Bom ou mau? Ambas.
Cresci na perfeição de um sentimento, que de um nada se tornou nisso mesmo, nada! Despertei cedo de mais a infancia que tanto amara um dia, supliquei que ela voltasse, mas esta nao o quis fazer, segui...Hoje agradeço-lhe a ela ter ficado para trás, pois a força que sozinha encontrei trouxe-me aqui, como estou e onde estou, ao vosso redor! Quem diz que o mau não é bom? De facto depende das prespectivas, mas sim, por mais estranho que pareça a todos ouvi-lo, o mau é bom, o mau é uma verdade cruel e pura, o mau é o suor de um ser na crença de uma vida!
Quando vamos de um orgulho a “zé ninguem” para aqueles que desde o primeiro segundo nos conhecem, aqueles que um dia diziam amar quem viam, e agora? Criticam, humilham. Complicado é verdade, mas como se diz, o que não nos mata, torna-nos mais fortes! Bom é aquele que depois de tanto continua firme, ergue todos os dias a cabeça ao novo dia que o presencia! Ponderando a ideia de sair de casa, para encontrar algo vivo fora dela, algo que o torne vivo, a felicidade não é problema, o problema está no retrocesso a ela, aí nao se pondera sequer nada, sente-se um medo tremendo, pois sabe o que lhe espera, assim sou eu, por mais tempo que passe, o que nao tem um fim, só magoa, ao redor eles não veem, mas eu sinto, mas o problema, segundo eles, não são eles, sou somente eu.
O devido valor só é dado, quando o pilar se retira, se cria, se vai embora! Depois, aí sim, tudo lhes virá à mente, e verão quem na vida por eles mais lutou, quem por eles mais viveu, quem por eles mais sofreu, quem por eles sempre disse morrer sem qualquer medo.
A felicidade não está nos bens que nos são dados, cheia de tudo, sinto um nada. Contemplo aqueles que sorriem pelo que lhes é transmitido, e não oferecido! Pois transmitir e oferecer são totalmente o oposto um do outro! Ninguém oferece amor a ninguém, transmite-o apenas. Espero por ele um dia, pois na vida, a esperança é a ultima a morrer, e eu sei que antes disso o irei saber, verdadeiramente, pois para mim, a luta já valeu a pena, pois por mim cresci, por mim vivi, por mim sou agora o que veem aqui, mas como tudo na vida que é bom, custa a ganhar, e eu acredito que um dia vôces viram ter comigo e dizer-me que o inicio da vida foi sempre a pureza que até hoje aqui chegou, apesar de tudo.
P&M
Cristiana Rente.

terça-feira, 8 de fevereiro de 2011

São apenas pontos de vista...

Aborto, termo rude para quem, a tal acto se opõe. Muitas são as que o praticam, inconscientes de que se mostram assassinas, provocando a morte de um ser que não se pôde formar, por vezes, ainda mais aterrador e injusto, são aquelas que os deixam crescer dentro de si, já um bébé completo e decidem, de um momento para o outro que não o podem ter, criar, fazer viver a tão merecedora vida que a ninguém deve ser negada!
Hoje em dia, só alguém muito inconsciente engravida, com tanta informação, só pode ser mesmo fruto de pura inconsciêcia, e mesmo que assim o seja, a não ser por motivos de doença genética proveniente dos seus superiores, não há explicação para tamanha crueldade. Souberam estas raparigas ser inconscientes, mas não sabem, após acontecer arcar com as consequências pois, para elas, é o mais conveniente. Maior parte não tem possibilidades para criar ou sustentar aquele que carregam no ventre, mas quantas mulheres não estão por esse mundo fora, incapacitadas de poder dar à luz alguém, sangue do seu sangue, mas prontas a adoptar um ser que orfão se encontra, necessitado de um lar, do aconchego de uma casa repleta de amor familiar! Enquanto umas não podem e querem, outras conseguem e desperdiçam a oportunidade maravilhosa que é, ver nascer de si, quem mais que ninguém lhe pertence.
Oponho-me a dito cujo tema, mas não a 100%, que ainda nos dias de hoje, e mais do que nunca, tem uma polémica tão grande na nossa vasta sociedade. Não quero com isto dizer que sou contra quem é a favor de tal, pois cada um tem a sua maneira de pensar e ver as coisas, e a cima de todas as minhas opiniões está o respeito perante as opiniões distintas de outros cidadães.
A favor da real consciencia de casos extremos de doença, mas contra a inconsciencia.