Ditando teimas incertas
Tendes certezas do que dizes
Barbaridade, lhe assumo eu
Essas palavras que ditas.
Na ambiguidade de um egocentrismo tal
Sua palavra basta
Não abrange, não permite a audição
De ideias que outros, direito têm a ditar.
Porque cortais vós as pernas
A quem vos tentai ensinar
Aquilo que nem o sábio dos sábios sabe
Mas que ao não ouvirdes, ignorante permanecerás.
Rezei em tempos, oh Deus
Juro eu, por meu puro ser que sim
Que pelas almas de pobres indignos
Rezei continuamente
Sem que forças me faltassem.
Não existe neste mundo almas perdidas
Quando alguém, as quer encontrar.
Tal como o tempo passa
Com ele passa a vontade
De ajudar quem não quer ser ajudado
De tentar encontrar quem não quer ser encontrado.
Terminou o tempo de erguer as mãos aos céus
Por vós, dementes companheiros
Estragai então vosso corpo e mente
Que o meu partirá sem noção
Mas com certeza
Certeza de uma futura mente completa.
Barbaridade, lhe assumo eu
Essas palavras que ditas.
Na ambiguidade de um egocentrismo tal
Sua palavra basta
Não abrange, não permite a audição
De ideias que outros, direito têm a ditar.
Porque cortais vós as pernas
A quem vos tentai ensinar
Aquilo que nem o sábio dos sábios sabe
Mas que ao não ouvirdes, ignorante permanecerás.
Rezei em tempos, oh Deus
Juro eu, por meu puro ser que sim
Que pelas almas de pobres indignos
Rezei continuamente
Sem que forças me faltassem.
Não existe neste mundo almas perdidas
Quando alguém, as quer encontrar.
Tal como o tempo passa
Com ele passa a vontade
De ajudar quem não quer ser ajudado
De tentar encontrar quem não quer ser encontrado.
Terminou o tempo de erguer as mãos aos céus
Por vós, dementes companheiros
Estragai então vosso corpo e mente
Que o meu partirá sem noção
Mas com certeza
Certeza de uma futura mente completa.
Cristiana Rente
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